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Este poema é descrito por Christopher Tolkien como "um dos maiores fragmentos de Quenya"; é o texto mais longo em Quenya maduro que foi publicado até agora.

Contexto Editar

As primeiras versões de Tolkien deste foram escritas no início dos anos trinta, enquanto ele ainda estava testando a estrutura precisa de "Qenya" (como era soletrado anteriormente) e evidentemente revisava as terminações gramaticais quase todas as semanas. Estes primeiros textos em "Qenya", não teriam sido de muita ajuda às pessoas interessadas em Quenya estilo O Senhor dos Anéis. Felizmente, Tolkien ,tempos depois, escreveu uma versão do poema em Quenya maduro e até mesmo adicionou um comentário explicativo. Em efeito, esta é uma tradução do "Qenya" tentativo dos primeiros trinta anos para o Quenya maduro, o Quenya como Tolkien tinha chegado a pensar no idioma depois que tivesse passado toda vida refinando-o (pois a versão final do poema parece datar da última década de sua vida).

Esta é uma fonte muito importante; em particular nos provê com muitos bons exemplos dos particípios. A primeira versão do poema tem um título Oilima Markirya, "A Última Arca". A mais recente, a versão revisada não tem nenhum título. Oilima "última" pode não ser uma palavra válida em Quenya maduro (onde esta ocorria no texto da primeira versão, a versão final tem métima), mas Markirya "Arca" é certamente válida. Literalmente, significaria "navio-casa" (cf. Eldamar "Casadelfos"). É de costume referir a esse texto como o poema Markirya.

A ortografia foi regularizada para o sistema usado em o Senhor dos Anéis (as mudanças só equivalem a trocar k por c e adicionar um trema a todos os e's finais em palavras polissílabas, exceto como uma parte de -ië). As linhas foram enumeradas para tornar mais fácil de se fazer referências da discussão para o texto original. MARKIRYA estrofe por estrofe, com a tradução de Tolkien entremeada (a tradução é fornecida em MC:214-215; observe a nota 8 em MC:220 relativo a uma mudança secundária)


Oilima Markirya Editar

Primeira estrofe

Quenya: Men cenuva fánë cirya

Inglês: Who shall see a white ship

Português: Quem verá um navio branco


Quenya: métima hrestallo cira,

Inglês: leave the last shore,

Português: deixar a última costa,


Quenya: i fairi nécë

Inglês: the pale ´hantoms

Português: os fantasmas pálidos


Quenya: súmaryassë ringa

Inglês: in her cold bosom

Português: no seio frio dela


Quenya: ve maiwi yamië?

Inglês: like gulls walling?

Português: como gaivotas a lamentar?


(Esperando para ser finalizado)

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